Anunciando a parceria com o Distonia Saúde, apresento aos leitores do Dyskinesis minha primeira postagem no site da amiga Nilde Soares! O novo texto é uma reflexão sobre os chamados “discursos de superação” que a nossa sociedade costuma usar para se referir às pessoas com deficiência.
“Você já reparou em como as pessoas com deficiência costumam ser retratadas pela mídia? Grande parte das reportagens e menções a respeito destas pessoas vem permeada pelos chamados discursos de superação. ‘Fulano superou sua deficiência X e hoje estuda/trabalha /casou-se/etc.’. Ou ‘Apesar de ter a deficiência Y, Cicrano é feliz/venceu na vida/é um exemplo a ser seguido’. E qual seria o problema de se utilizar tais expressões, tão difundidas e presentes no senso comum?” Continuar lendo
Creio que a pergunta-título desta postagem é uma das indagações mais comuns, que a maioria das pessoas com discinesia (ou com qualquer outro tipo de deficiência) acaba fazendo em algum momento de sua trajetória. Tanto para os indivíduos que já nasceram com um distúrbio de movimento, quanto para aqueles que o adquiriram posteriormente, considerar e comparar as possibilidades da vida com e sem a deficiência são ações que costumam fazer parte do processo de autoaceitação de sua condição.
Aproveitando que recentemente debatemos aqui no blog a respeito do próprio conceito de
No
Sabemos, não é de hoje, sobre a influência dos gestos e das expressões corporais na comunicação verbal. O ser humano é um animal social por natureza e, para transmitir ideias e sentimentos aos demais, se utiliza de todos os recursos ao seu alcance, orais e gestuais, para se comunicar.